23.5.08

We want you!

Agency Republic is looking for talents. If you like to make crazy works, if you are passionate about going out of the box and if you think having fun is the most important thing in your life... please, read the job positions below:

Art Director
Someone with a strong advertisement background, ready to have crazy ideas and lead a team to build them up in a digital led approach. Someone who likes to be critical and have a natural creative vision of everything.

Motion Designer
Someone with nice motion and animation skills as well as a polished and creative design point of view. Some 3D experience is also appreciated.

O2 Jr. Designer
Young talent to work as part of the O2 team, who's keen and excited to learn with top designers, art directors and clients and have no fear to face any kind of work. You don't need any experience, just a good heart and the will to make crazy jobs.

If you feel you fit in one of those roles or know someone who does, just send CV and Portfolio to me - victor.sahate@agencyrepublic.com

Thanks! :)

20.5.08

The disease is the path

Sorry for those who don't speak Portuguese. This is the first English post and I'll try to keep it that way from now. Everything that was and will be written here is just my personal view of the world around me and... sorry... the world is crazy. (ah?!).

I am an advertiser and one very popular "thing" in the advertisement world is what we call virals. Actually I don't believe in virals but I have to deal with it almost everyday. As far as I understand (I don't understand many things) viral in the "ad world" means good idea and this is what we are supposed to do in every project. The traditional advertisement market invented a word to represent a "kind of campaign" but they have to assume they are actually sick.

Loads of brands want to make viral campaigns. Why? Does it sounds crazy just for me?

They want to create something cool to grab the audience attention and then, when we got them in our hands, we show them the truth - we just want to sell you drugs... or cars... or mobile.

Well, isn't that cool by itself? people already want to get drugs, cars and mobiles... (I need a car... afe) if this is not true, I suggest you, the brand, to quit your business and open a restaurant - I am very very confident people want to eat, good things, and every day... and the best, we know, people will do it.

Paragraph about AIDS
I don't believe in AIDS as well. Any physical condition is just a representation of a state of mind. Various scientists say things like everybody has different levels of HIV infection, the AIDS test is not specific for HIV, everybody has HIV antibodies and other things like that. To know more about it go here.

I see agencies going mad trying to create new models, building digital creative teams and trying to find out the best way to stand out in the middle of this mess. But in my opinion, we need to understand that the best way to grab people is targeting the heart and the best way to reach the heart is with love and truth, not with biological war. It's time to educate and realize things have changed.

Ok... all right, but what is this for?

In the past I would say: "for nothing, just my thoughts, today" but today I feel comfortable saying: "to open my eyes".

17.5.07

acordou ele (o garoto?). Estático, visualmente afetado por uma trama de neurônios sofisticadamente decadentes. Tem gatos... tem? pelo menos o som.

2.5.07

A vida é a única opção e é real

voltando...

... alguns dias sem nada a dizer são importantes para as idéias acalmarem... mesmo. Na verdade, são os mais importantes. =:) E de fato agora elas começam a complicar. Porque entramos no homem e sua vida. E a partir daqui, que na verdade foi a partir de sempre e desde que comecei a escrever, estamos dentro e sempre dentro de uma redoma "humana".

Já que estaou falando sempre de questões "auto ajudazentas" como chamam por aí... não me sinto confortável em seguir uma regra ocidental de causa e efeito, uma linha do tempo. Até então fui falando do que julgava menos complicado para o mais complicado, para ir massageando de alguma forma a minha própria mente e as coisas irem fazendo sentido. Massssss, agora quero falar do final e depois penso no caminho que leva a ele.

Então... todo mundo quer saber pra que diabos vivemos. Pq morremos, nascemos, vivemos, sofremos, curtimos etc etc. O filme O SEGREDO é tosco pra explicar isso né?

O problema é que todo mundo tenta inventar uma linguagem metafórica, que se adeque as condições morais, sociais de uma época, de uma cultura e por ai vai. Pq? Porque no fundo está todo mundo inserido nessa cultura. Como disse antes, não conseguimos sair da redoma de "ser humano".

Ainda não saindo, claro, mas com ajuda de fora (valeu S.B.!), eu gostaria de falar de forma direta sobre esse assunto. Sim, vou repetir o que Jesus disse, o que Buda disse e o que todos os mestres, divindades sempre falaram o tempo todo: vivemos essa vida, dessa forma, desse jeito, porque não existe outra opção lógica viável!

Bom, explicar isso não é muito tranquilo, justamente pq é simples demais. Na verdade, é tranquilo explicar, o que não é tranquilo são as pessoas entenderem, ehehehe.

Pq nos apegamos a matéria? Pq a matéria é o MMC da realidade. É o que todos, todos, todos concordam. Que existe um computador na sua frente agora, todos concordam... e quem não concorda definitivamente não tá muito bem. Sobre esoterismo, sobre Deus, sobre quântica, sobre tempo, sobre filosofia, sobre realidade, sobre planos astrais, sobre astrologia, sobre reencarnação, sobre religião, política e muitas outras coisas, podemos ter diferentes idéias, diferentes interpretações, é tudo muito abstrato... ficaremos o resto da eternidade discutindo se essas coisas existem ou não... e é isso que acontece, mas, a matéria não é abstrata, é concreta. Ela está aqui pra mim, sempre e pra todos. Não é só concreta, mas é democrática.

Então, veja por esse lado, as pessoas materialistas se apegam a matéria pq na verdade é a única coisa que conseguimos nos apegar e satisfazer a nossa razão, pq definitivamente eu vejo, eu toco e eu sinto de forma muita densa essa existência. É uma forma de otimizar minha visão de vida, torná-la prática... enfim, viver o que há pra ser vivido. Dessa maneira o materialismo não é uma "futilidade" e sim uma prova de que vc percebeu de forma tão forte e interna o que há (ah?!?).

Esse papo pode parecer totalmente anti-espiritual, em princípio... mas não é.

Essa lógica dá sentido a vida. Toda e qualquer abstração minha é apenas uma possibilidade. Como tudo é possibilidade. Se vivemos uma infinita malha de infinitas possibilidades, na condição humana eu tenho duas escolhas: ou enlouqueço ou vivo a vida aqui como ela se apresenta. Enlouquecer não parece sensato (ehehe). Então?

Isso chega a ser bobo. É óbvio que as pessoas se apegam a matéria pq não se sentem confortaveis com as explicações abstratas sobre espiritualidade e religião... mas não é só isso... isso é uma visão real porém simplista. As pessoas se apegam a matéria pq percebem que essa é a única opção que vai criar interação. É a única criação minha dentro das infinitas possibilidades que eu consigo compartilhar... e democracia pura. O resto, quanto mais sutil, mais individual.

Então está errado quem se espiritualiza? Quem tem uma religião? Claro que não!

Está certo... vc pode entrar de cabeça em um nível quântico. E quanto mais fundo entrar, mais individual vai perceber que é sua experiência, quanto mais vc se conhecer, mais vai perceber que é igual a todo mundo, quanto mais se perceber igual a todo mundo, vai entender a unidade, quanto mais perceber a unidade vai perder identidade, quanto mais perder identidade vai se sentir um nada, quanto mais se sentir um nada mais vai perceber que só o NADA existe. Quanto mais perceber que só o NADA existe, vai entender que ele é a possibilidade extrema e super potencializada para todas as coisas, e quanto mais vc entender esse potencial, mais vai entender a vida como ela é... mas vai perceber que essa experiência é uma das possibilidades e nos centramos nela simplesmente pq é a mais democratica e real... densa. Ai, vc nasce!

O nascimento é a prova da iluminação. Por isso Sai Baba e outros mestres dizem: "todos somos divindades, somos a imagem e semelhança de Deus". Pq para resolver nascer, para perceber que a vida material é a única opção viável, vc precisa ir até lá em cima, na luz... dar a volta no círculo e começar denovo.

Isso prova super valorização que damos a vida... isso prova o nosso instinto de "não querer morrer". Mas pq morremos então? hummm... pq começamos o ciclo denovo! Pq quando nos iluminamos a vida se torna tão lógica que simplesmente não nos damos mais conta do resto.

Mas são, no fundo, possibilidades de um extremo potencial, que conhecemos, chamamos, sei lá, de Deus. Desse pensamento, podemos concluir duas coisas muito interessantes:

1) já estamos no equilíbrio e sempre estamos fazendo parte dessa manutenção.

2) Só o NADA é real.

Bom, eu entendo que isso não é facilmente digerido e nem que eu fui claro ou consegui me fazer entender... depois continuo... se for o caso.

18.4.07

18 de abril

Hoje é um dia especial. Muito especial por sinal. Mas o mais interessante é que o motivo de hoje ser um dia especial não é diferente do motivo de todos os outros dias serem dias especiais. Ou seja, hoje é um dia especial como todos os outros dias do ano.

Por que?

Especialmente pra mim, porque é meu aniversário, o dia "deveria" ser mais importante? Não?

Bom, de fato o sol está na casa exata de quando eu nasci, existem influências místicas e misteriosas que caem sob minha cabeça... hoje é o primeiro dia do meu ano e isso realmente faz uma diferença moral. A questão é que amanhã vai ser o segundo e outras influências mísiticas vão acontecer... e por ai vai... Criar uma importância exagerada sob um dia cria, quase que necessariamente, uma "desimportância" aos outros dias. É como tomar "bala" (ah?!). Hoje esgoto minha serotonina, fico extremamente feliz e amanhã parece tudo meio "preto e branco".

Mas sim, existe algo diferente, que não depende de mim... acho que a grande importância do dia de hj é que consigo sem muita força, fazer meus amigos e família parecerem bem humorados, dispostos a sair e comemorar e dar presentes como tivessem doando parte de si mesmo... se unindo a outro.

Quem sabe um dia, eu consigo fazer todos fazerem isso todos os dias, como se a cada segundo tivessemos motivos suficiente para comemorar, doar, sorrir e desejar felicidade, feliz natal, feliz ano novo, boa páscoa e boa sorte para todas as pessoas.

=:)

thanks.

obs: esse post ficou muito auto-ajuda! ahahahahahaha....

13.4.07

CNTP

Muita emoção ontem ao som do Gun's and Roses. Definitivamente, Velvet é o Guns. Ontem, no show do Aerosmith, o espírito do Axl falou mais forte no coração de todos os fans (ahahah, que exagero). Mas é verdade. O show do Aerosmith, respeitosamente clássico, mas com som super baixo e pegada muito poser para um punk que nem eu (ah?!?).

Bom, queria deixar uma coisa clara. Outro dia minha grande amiga Valéria (vulgo Baiana, em homegagem a sua origem, ehehe) falou que eu era mandão. Ah... sei lá... mas o cara mandão ainda resolve fazer um blog para desvendar os mistérios da vida... pô, ou esse cara é a 2a encarnação de Jesus ou é um louco megalomaníaco mandão que acha que sabe tudo (claro que a segunda opção é a mais provável, eheheheh).

Mas fiquei com vontade de me explicar um pouco... paramos no homem saindo do paraíso e agora vou falar um pouco sobre a VERDADE (?!). Antes que todo mundo ache que eu sou normal.

A verdade é algo que é construído sob 2 grandes coeficientes:

1) Indivíduo: a verdade é individual e varia com cada "single" pessoinha.

2) Contexto/Escala: a verdade varia de contexto para contexto, ou, podemos tmb dizer, de escala.

Cada pessoa constrói a base de suas "realidades" com aquilo que julga ser verdadeiro e essas verdades mudam radicalmente quando se muda o ponto de vista. Essa é uma das saídas da ciência, que parece que esqueceu o coeficiente individual das verdades e tenta explicar o mundo apenas nas verdades que são "externas" ao homem, ou seja, só é real aquilo que acontece sempre em todos os casos para todos os olhos humanos. Claro que isso é um limitador para a compreensão das coisas, mas acaba sendo confortável para nossa forma de pensar.

Ainda assim, a ciência não consegue se livrar do segundo aspecto. Claramente as leis da física que se aplicam em uma realidade atômica não se aplica em uma realidade macro, reações químicas que acontecem em certas condições, não acontecem em outras... então, o MEIO controlado acaba sendo essencial para as verdades científicas. Ela conforta, mas definitivamente não satisfaz... pq falta algo.

Então... voltando... é importante perceber em que contexto estamos falando. Se a gente for pirar aqui, podemos dizer que no fundo tudo é espaço vazio, que a realidade não é factual e sim um conjunto enorme de possibilidades, que as coisas somem em dimensões e voltam, que não existe tempo e nem espaço... sim... realmente podemos e faz sentido, mas isso tmb não satisfaz, né? Senão o mundo seria budista eu ia agora pra minha casa em Itaipava e ficava na rede pro resto da vida.

E por que não satisfaz? Pq realmente não fazemo isso? Pq não percebemos a unidade. Então não adianta dizer que no fundo somos nada... vamos encarar o nada como a ausência de todas as coisas, como um "oposto" (é a única forma de perceber algo, lembra?) e na verdade "esse nada" em questão, é literalmente nada e não uma ausência, não um espaço vazio, não um preto eterno... é a não ausência, é a não existência, é o não espaço vazio é, simplesmente um nada que não entra em nossas veias. É um nada que ao invéz de ser a completa "porra nenhuma" é o potencial máximo para "todas as coisas".

Vou exemplificar cretinamente, já que é difícil conceber isso: Imagina uma música linda. Por mais perfeita que ela seja, ela é algo manifestado, ela tem os limites da melodia, da composição e da harmonia. O silêncio, não tem nada sonoro manifestado, mas ele é o potencial para todas as canções, é pura criatividade... no silêncio, qualquer som é bem vindo e sempre, na sua criação, ele pode ser melhor do que o que já está manifestado. O mesmo podemos dizer para uma bela "visão"... o escuro é o potencial para todas as visões. Mais correto seria dizer que a "entrelinha" de cada nota musica é o potencial puro para todas as notas (ah?!).

Ok, e aonde isso entra na nossa questão. É simples, entra na medida que nós, incapazes de perceber a unidade, temos que criar nossas verdades para a vida ter um sentido. Nesse aspecto sim, somos criativos (não é a toa que resolvi ser designer e trabalhar em uma equipe de "criação", ehehehe). E é por isso que existem muitas práticas de meditação que são literalmente se esvaziar... pq o vazio, é o potencial puro, para tudo. E só indo lá pra vislumbrar isto.

Mas se criamos tudo na nossa vida, pq tem tantas pessoas que sofrem? reclamam da vida? Pq as pessoas não criam só coisas boas (viram o filme O Segredo? eheheh)???

Pois é, essas pessoas aprendem a focar nas coisas que promovem sofrimento. Vivem buscando identidade, bens, status... é um lance da nossa educação moral e cultural. Não que seja errado, é apenas justo. A gente vive o q cria, colhe o que planta. Né?

E Deus? Kd ele? Pq não escalarece logo isso pra essas pessoas (para nós)? Por que permite que todo esse sofrimento aconteça?

Bom, na verdade ele não permite e ele esclarece isso o tempo todo. Só que somos incapazes de ouví-lo, pq ele é a UNIDADE. Lembra do Adão no paraíso? Somos incapazes de perceber Deus em sua unidade, então... ele fala com a gente através da vida e nós, tolos, simplesmente escolhemos não olhar sob este ponto de vista.

Não é um olhar apaixonado um sussurro de Deus em seus ouvidos sobre a união? Não é um sorriso de um menino pobre o verbo de Deus te mostrando que tudo o que vc tem não é o que te faz feliz? Não é um animal de estimação, semi-racional, que nos ensina coisas incríveis, Deus te mostrando que há uma inteligência maior? Não é um por do sol lindo um abraço de Deus te contando sobre sua criatividade? Não é o céu enorme, preto e estrelado Deus te mostrando a sua insignificância perto de tudo? Não é o Bush Deus te mostrando como não exercer poder sobre os outros? Não é a seleção brasileira Deus te mostrando como um povo pode ser unido?

Não são essas minha palavras Deus te mostrando que as verdades são individuais e relativas??

Ou seja, temos o tempo todo os recados. Em cada pedra, planta, texto, imagem ou voz representa o sussurro de Deus nos contando os mistérios da vida, sob forma de vida (importante falar a língua do receptor quando vc quer comunicar algo).

E quem não acredita em Deus? Como fica? Bom, quem não acredita em Deus acha que tudo isso são reflexos de um lindo, incompreensível, mágico e absurdamente inteligente "acaso".

9.4.07

Quem somos nós?

Sexta-feira fui convidado por uma amiga, que é "física quântica", a fazer parte de uma comunidade do Orkut que discute sobre o filme "Quem Somos Nós?", o precursor de "O Segredo", que está ai dando o que falar (ehehe).

Ao entrar na comunidade percebi um série de físicos e cientistas extremamente ofendidos com o "sucesso" desses filmes. Um comportamento um tanto exagerado... não vejo historiadores ofendidos com o filme "300" e nem mafiosos italianos ofendidos com "O Poderoso Chefão"... muito pelo contrário, parece que o filme "Cidade de Deus" foi adorado pelos traficante das favelas (ehehe).

O pior é que os físicos, não só descontentes com o filme, passam a odiar de forma árdua o esoterismo e ciram a idéia de contraste mais forte ainda entre ciência e misticismo.

De fato, os filmes são bem ruins e não falam as coisas de forma clara, editam como eles querem e isso pode ser criticado pelos cientistas e pelos místicos.

A grande questão que precisa ficar clara é que ciência não se opõe ao esoterismo. Nem entro no tema de espiritualidade, pq acho que espiritualidade é o nível de clareza que as pessoas tem sobre elas mesmas... não tem a ver com essa disputa.

A Ciência é uma forma metodológica com bases racionais de "entender" o mundo e as pessoas acham que "o que a ciência não prova" vira uma questão de fé e ai que entra o esoterismo. Mas de fato não é isso. A ciência filosoficamente não prova nada (cria situações hipotéticas onde coisas funcionam 100% da mesma forma em todos os casos - ai é fácil) e o esoterismo/misticismo não é nem mais ou menos questão de fé do que a própria ciência e não invalida nada que é científico ou racional e vice-versa.

A ciência, por mais que filosoficamente não admita, é uma forma conveniente de transformar o mundo em "qualidade de vida" para o homem. Em algum momento ela se voltou contra o próprio homem. É infantil achar que só é real aquilo que acontece em "todos os casos", aquilo que conseguimos medir... O mundo não existe para nos dar qualidade de vida e a vida em si, não é metodológica, racional e nem científica. Ai está a questão toda que faz o misticismo fazer sentido. Ser místico/esotérico não é ser irracional, é simplesmente ter uma visão "mais artistica" do universo. É tentar ter uma visão de tudo sob um outro nível de "zoom". É fazer um esforço para olhar o mundo em uma escala mais "macro". E a mesma lógica que sustenta a ciência, sustenta o esoterismo.

De fato existe um monte de esotéricos que não faz a menor idéia do que está fazendo. Chamo de materialismo espiritual. Faço um monte de cursos de reiki e meditação, falo de amor, frequento um centro espírita e ta tudo bem. Sim, esses são a maioria... mas essas são a maioria das pessoas em tudo. Também na ciência... eu fiz 4 anos de faculdade de biologia e desisti no último período pq percebi que eu estava envolvido em uma grande palhaçada - a ciência moderna, ou melhor, os cientistas modernos, que como os materialistas espirituais, são esotéricos científicos, e o pior, extremistas radicias.

Em uma visão mais histórica, a ciência é um bebê perto do misticismo. 5 mil anos antes de Cristo pessoas meditavam, buscavam auto conhecimento e viviam de forma mais íntima com a própria natureza, em vários pontos do planeta. Achar que isso tudo não vale nada é um tanto inocente.

Espero ansiosamente pela cura do câncer, que faz as células cada vez mais individualizadas, egocêntricas e donas da verdade, a ponto de não dividir mais nada com nenhuma outra e criar uma grande ferida racional, radical e desordenada.